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A bênção, Rogério Torres!

Não existem coincidências. O acaso também não existe. Eu creio nisso. Mas não dá pra negar a existência de um processo, que transcende o nosso poder de influir nos acontecimentos. Por isso, não raramente alguém tem a felicidade de registrar em fotos um acidente (ou mesmo uma situação bizarra), no instante exato
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Há 52 anos ERA TUDO VERDADE…

  O dia amanhecera cinzento, chuvoso, e eu estava confuso. A intrépida Rádio Mayrink Veiga (PRA 9), minha emissora predileta, estava fora do ar. As notícias que chegavam pela Rádio Nacional, já ocupada, falavam de Jango deposto, de Brizola sendo procurado e de Miguel Arraes, deixando o Palácio Campo das Princesas, no
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A Morte do Herói

Foi na última sexta-feira (5). Mas como estávamos todos envolvidos com o carnaval (uns na folia e outros em viagem), deixei pra comentar hoje. Naquele dia fez 22 anos que morreu o capitão da Aeronáutica Sérgio Carvalho, também conhecido como Sérgio Macaco. Este homem protagonizou uma dos capítulos mais brilhantes, na resistência
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Relembrando Wilson Reis

Vejam só o que o meu amigo Rogério Torres me apronta. Posta na minha linha do tempo uma foto de Wilson Reis. Há muito que me cobram escrever alguma coisa sobre ele, já que mantivemos uma relação muito estreita, ao longo de 13 anos, o que fez de mim um dos maiores
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Pra que serve o título eleitoral?

Aparentemente, a resposta é óbvia: pra votar, nas eleições. Sem apresentá-lo, você não consegue se inscrever no vestibular, prestar concurso público ou até arranjar emprego na iniciativa privada. É impressionante a importância que este documento tem em sua vida, já que na verdade você só se vale dele efetivamente de dois em
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Era tudo verdade…

O dia amanheceu cinzento, chuvoso, e eu estava confuso. A intrépida Rádio Mayrink Veiga (PRA 9), minha emissora predileta, estava fora do ar. As notícias que chegavam pela Rádio Nacional, já ocupada, falavam de Jango deposto, de Brizola sendo procurado e de Miguel Arraes, deixando o Palácio das Princesas, no Recife, preso.
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Meu tio alugou uma casa

Estamos entrando na reta final dos preparativos da Copa do Mundo. Daqui a cinco meses, apenas, terão início as competições. É quando os brasileiros vão enfrentar um adversário muito perigoso, violento e desleal. Ele joga bruto, baixa o pau, da botinada, comete toda a sorte de falta e (muito pior!) seus tiros
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Esse João é de Deus!

“Este é o discípulo que testifica destas coisas e as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro” (João 21.24) Ainda me lembro: a gente sentado ali, na grama do Aterro sob o Sol daquele finalzinho de tarde. Era dezembro, e começávamos mais uma reunião de trabalho – o fechamento de
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O companheiro do Capivari

Estávamos no início de 1983 e o governo Brizola começava. Em todos os municípios fluminenses, incluindo a Capital, a euforia PDTista era grande. Afinal, o homem tinha sido eleito com uma votação tão expressiva, que nem as manobras engendradas pela Rede Globo conseguiram impedir sua vitória. É claro que as fraudes (muitas)
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O Velho Marujo

Quando morreu – dia 8 de outubro de 2008 – o Velho Marujo era, provavelmente, o morador mais antigo de Caxias. Dos 95 anos que viveu, mais de 70 deles foi como residente na cidade. Ainda criança, testemunhou a abertura da Estrada Rio – Petrópolis, hoje Avenida Leonel Brizola, mais conhecida como
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A minha cadela estava no cio

Paulo César do Espírito Santo era o nome do cara. Tinha a minha idade e morava no Parque Lafayette, num sobrado de esquina – Nilo Peçanha com Gonçalves Dias. Foi a mistura mais perfeita que já conheci de intelectual com delinquente. Bem nascido, seu pai era empresário em Petrópolis e o tio,
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Um bacurau voando no crepúsculo

Falar em LURDINHA pra qualquer caxiense da minha geração, remete a Tenório Cavalcanti. É que o Homem da Capa Preta, como ficou conhecido nacionalmente, portava sempre sob seu manto negro uma metralhadora INA, com um pente carregado e outro sobressalente, a qual deu o nome carinhoso de Lurdinha. O que me parecia
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Logo no Plantão da Geraldona!

Eu cultivo o saudável péssimo hábito de ouvir conversas alheias. Sei que isso é falta de educação, e confessar em público, como estou fazendo agora, chega a ser falta de pudor na cara. Mas, que posso fazer? É só eu estar sozinho num bar, no ônibus ou mesmo transitando anonimamente por uma
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