Squel Jorgea, Porta-Bandeira da Mangueira, em 2016. Por meio da yaô, o Orixá dança. Foto: Michele Iassanori
Squel Jorgea, Porta-Bandeira da Mangueira, em 2016. Por meio da yaô, o Orixá dança.
Foto: Michele Iassanori

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Lembro da Squel caxiense, esbarrando com ela pelas ruas da cidade, já menina porta-bandeira de corpoalma denunciada no andar e numa certa altivez temporalmente longíngua.

Depois lembro dela já brilhando na Acadêmicos do Grande Rio. E um dia, em um evento na Sociedade Musical e Artística Lira de Ouro, em evento do amigo Neném, homenagem ao mestre Xangô da Mangueira, descubro que Squel é neta dele.

E hoje é só isso, só essa imagem só, pra abrir um 2016 que pede serenidade, beleza, discernimento e força.

Raiz é parada forte.


heraldo hb

. Animador cultural, escritor e produtor audiovisual nascido no século XX. .

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