Sobre o escândalo e a vergonhosa Páscoa da Prefeitura de Duque de Caxias fica a dúvida assertiva:
R$ 3.20 por cada quilo de cenoura comprada aos milhares de quilos é algo que deve ser acompanhado pelo TCE e o Ministério Público.
Tem algo de muito errado neste contrato. Deve ser investigado.

Colaborando com uma ideia para melhorar a gestão da prefeitura de Caxias: se comprar nos ambulantes e feiras da cidade só vai pagar R$ 1.49 e vai dinamizar a economia local. Com o detalhe de comprar verduras e legumes bem mais frescos e bonitos e, quem sabe, produzidos na própria cidade.

Para os dispersos, o Escândalo das Cenouras de Caxias trouxe à tona a ponta do iceberg da corrupção nos contratos da educação. O percentual definido em lei para a educação é bem significativo, porém, em anos e gestões consecutivas, a pasta da educação é a mais corrompida pelos gestores da cidade.

Uma profunda auditoria da função educação deve ser feita para termos um raio x das causas que levaram a crise da educação no município de Duque de Caxias. Cidade que possui um IDEB vergonhoso e péssimas condições estruturais que comprometem as ações didáticas e pedagógicas, com escolas com teto caindo, cadeiras quebradas, pintura descascado e falta de água. A gestão passada do atual prefeito já tinha sido motivo de investigação do TCE e agora, tudo se repete. Tudo de antigo no novo.

Um toque final: é bom o MPE e o TCE acompanhar os contratos de compra de água por carros pipas, mais uma vez.

Eduardo Prates
www.observatoriodoprates.blogspot.com.br


Eduardo Prates

Professor, cientista político, cidadão do mundo, flamenguista, Imperiano, sujeito que acredita na auto-determinação dos povos para a construção de um mundo melhor.

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