{"id":1365,"date":"2011-08-12T11:33:53","date_gmt":"2011-08-12T11:33:53","guid":{"rendered":"http:\/\/lurdinha.org\/site\/?p=1365"},"modified":"2011-08-12T11:36:21","modified_gmt":"2011-08-12T11:36:21","slug":"rap-e-funk-que-coisa-ne","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lurdinha.org\/site\/rap-e-funk-que-coisa-ne\/","title":{"rendered":"rap e funk&#8230;que coisa n\u00e9??"},"content":{"rendered":"<p>12\/08\/2011FUNK E RAP&#8230;QUE COISA N\u00c9??<br \/>\nHist\u00f3ria do RAP <\/p>\n<p>Criado nos Estados Unidos, o rap &#8211; uma abrevia\u00e7\u00e3o para rhythm and poetry(ritmo e poesia) &#8211; \u00e9 um g\u00eanero musical nascido entre negros e principalmente latinos, caracterizado pelo ritmo e pela melodia bastante singular. As longas letras eram quase recitadas e tratam em geral de quest\u00f5es cotidianas da comunidade , servindo-se muitas vezes das g\u00edrias correntes nos guetos das grandes cidades. Chegou ao Brasil na d\u00e9cada de 80, mas somente no final da d\u00e9cada ganhou espa\u00e7o na ind\u00fastria fonogr\u00e1fica. <\/p>\n<p>Diz-se que o Rap surgiu na Jamaica mais ou menos na d\u00e9cada de 60 quando surgiram os &#8220;Sound Systems&#8221;, que eram colocados nas ruas dos guetos jamaicanos para animar bailes. Esses bailes serviam de fundo para o discurso dos &#8220;toasters&#8221;, aut\u00eanticos mestres de cerim\u00f4nia que comentavam, nas suas interven\u00e7\u00f5es, assuntos como a viol\u00eancia das favelas de Kingston e a situa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da Ilha, sem deixar de falar, \u00e9 claro, de temas mais prosaicos, como sexo e drogas. <\/p>\n<p>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 70 muitos jovens jamaicanos foram obrigados a emigrar para os EUA, devido a uma crise econ\u00f4mica e social que se abateu sobre a ilha. E um em especial, o DJ jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova Iorque a tradi\u00e7\u00e3o dos &#8220;Sound Systems&#8221; e do canto falado, que se sofisticou com a utiliza\u00e7\u00e3o do scratch, criado ou descoberto por 2 djs : grand master flash e grand wizard theodore. <\/p>\n<p>Um dos rimeiros discos de Rap que se tem not\u00edcia, foi registrado em vinil e dirigido ao grande mercado (as grava\u00e7\u00f5es anteriores eram piratas) por volta de 1978, contendo a c\u00e9lebre &#8220;King Tim III&#8221; da banda Fatback. <\/p>\n<p>O Rap, a principio chamado de &#8220;tagarela&#8221;, ascende e os breakers formam grupos de Rap. Em 1988 foi lan\u00e7ado um dos primeiros registros fonogr\u00e1ficos de Rap Nacional, a colet\u00e2nea &#8220;Hip-Hop Cultura de Rua&#8221; pela gravadora Eldorado. Desta colet\u00e2nea participaram Thaide &amp; DJ Hum, MC\/DJ Jack, C\u00f3digo 13 e outros grupos. <\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo de ascens\u00e3o do Rap, a capital paulista passou a ser governada por uma prefeitura petista, o que muito auxiliou na divulga\u00e7\u00e3o do movimento Hip-Hop e na organiza\u00e7\u00e3o dos grupos. Por esse motivo foi criado em agosto de 89 o MH2O \u2013 Movimento Hip-Hop Organizado, por iniciativa e sugest\u00e3o de Milton Salles, produtor do grupo Racionais MC&#8217;s at\u00e9 1995. O MH2O organizou e dividiu o movimento no Brasil. Ele definiu as posses, gangues e suas respectivas fun\u00e7\u00f5es. <\/p>\n<p>Nesse trabalho de divulga\u00e7\u00e3o do Hip-Hop e organiza\u00e7\u00e3o de oficinas culturais para profissionaliza\u00e7\u00e3o dos novos integrantes, n\u00e3o podemos esquecer de citar a participa\u00e7\u00e3o do m\u00fasico de reggae Toninho Crespo. Este trabalho teve sua continuidade no munic\u00edpio de Diadema com o profissionalismo de Sueli Chan (membro do MNU &#8211; Movimento Negro Unificado) e mais tarde com o King zulu Nino Brown. <\/p>\n<p>Desde seu surgimento, nos anos 70, numa Nova Yorque violenta como nunca, o rap imp\u00f4s a discuss\u00e3o de quest\u00e3o negra. Os Estados Unidos viviam ent\u00e3o a ressaca de conflitos raciais que inclu\u00edram desde o pac\u00edfico movimento pelos direitos civis de Marti Luther King at\u00e9 a milit\u00e2ncia armada dos Panteras Negras. <\/p>\n<p>No Brasil, o debate se intensificou ap\u00f3s a proje\u00e7\u00e3o do grupo americano Public Enemy, na segunda metade dos anos 80. Seus clipes mostraram um novo mundo de id\u00e9ias para os rappers brasileiros. Grupos como Racionais e DMN admitem Chuck D &amp; Cia. como influ\u00eancia maior. Os \u00edcones Malcolm X e Martin Luther King tornaram-se leitura de cabeceira. <\/p>\n<p>O HIP HOP no Brasil <\/p>\n<p>No Brasil, o Hip-Hop chegou no in\u00edcio da d\u00e9cada de 80 por interm\u00e9dio das equipes de baile, das revistas e dos discos vendidos na 24 de Maio (S\u00e3o Paulo). Os pioneiros do movimento, que inicialmente dan\u00e7avam o Break, foram Nelson Triunfo, depois Tha\u00edde &amp; DJ Hum, MC\/DJ Jack, Os Metralhas, Racionais MC&#8217;s, Os Jabaquara Breakers, Os G\u00eameos e muitos outros. <\/p>\n<p>Eles dan\u00e7avam na Rua 24 de Maio, mas foram perseguidos por lojistas e policiais; depois foram para a S\u00e3o Bento e l\u00e1 se fixaram. Houve um per\u00edodo de divis\u00e3o entre os breakers e os rappers, os primeiros continuaram na S\u00e3o Bento, os outros foram para a Pra\u00e7a Roosevelt. O Rap, a principio chamado de &#8220;tagarela&#8221;, ascende e os breakers formam grupos de Rap. <\/p>\n<p>Scrcraaantshhhh!! Empurrada pela m\u00e3o negra na contracorrente do disco, a agulha arranha o vinil. Jovens pretos, garotos pobres, adolescentes enfezados saltam, d\u00e3o piruetas, rolam no ch\u00e3o. <\/p>\n<p>A m\u00fasica n\u00e3o \u00e9 embalo para ouvidos pacatos.<br \/>\nA dan\u00e7a n\u00e3o \u00e9 samba, malemol\u00eancia, remelexo.<br \/>\nS\u00e3o gestos r\u00e1pidos, gingas el\u00e9tricas, agressivas.<br \/>\nAs letras n\u00e3o falam de amores mauricinhos nem dizem que o Haiti \u00e9 aqui.<br \/>\nOs pretos e pobres berram junto com o MC, o mestre de cerim\u00f4nias: &#8220;Sub &#8211; ra\u00e7a \u00e9 a puta que pariu!!!!&#8221; O dj p\u00f5e a m\u00e3o no disco e tira outro efeito. <\/p>\n<p>Seguem-se gritos r\u00e1pidos, em rimas esqu\u00e1lidas &#8211; pau contra o racismo, o desemprego, a pol\u00edcia, os pol\u00edticos,as injusti\u00e7as&#8230; <\/p>\n<p>O cotidiano nas periferias das grandes metr\u00f3poles brasileiras pode ser hostil e feio. Mas n\u00e3o \u00e9 est\u00e9ril. De suas vielas esburacadas, est\u00e1 ganhando for\u00e7a uma cultura visceral na sua rebeldia. A cultura funk, rap, espalha-se. N\u00e3o adianta procur\u00e1-la na Rede Globo, nas invencionices modorrentas das drag queens do segundo caderno. <\/p>\n<p>A cultura da periferia e dos morros est\u00e1 l\u00e1: na feiura do sub\u00farbio e das favelas, onde se espalha em m\u00fasicas, bandas, bailes, c\u00f3digos de comportamento, g\u00edrias e sinais. Tem at\u00e9 um nome, de sonoridade el\u00e9trica. Hip-Hop. <\/p>\n<p>Invis\u00edvel a maior parte do tempo, esse mundo s\u00f3 chama a aten\u00e7\u00e3o no momento em que deixa de ser dan\u00e7a e m\u00fasica e se torna viol\u00eancia. <\/p>\n<p>A\u00ed como caso de pol\u00edcia, vira manchete, como aconteceu na semana passada. Na madrugada de domingo 2, no Rio de Janeiro, um menino de 14 anos voltava de \u00f4nibus pra casa ao final de um baile funk quando foi morto com um tiro na barriga, de pistola autom\u00e1tica disparada do interior de um Passat que emparelhou no tr\u00e2nsito. <\/p>\n<p>Na noite seguinte, trinta integrantes de uma galera invadiram um \u00f4nibus armados de pedras e peda\u00e7os de pau, retiraram dois rapazes que foram amarrados, torturados e mortos a bala. O menino de 14 anos iria assumir seu 1\u00ba emprego no dia seguinte.Um dos rapazes mortos era assistente no consult\u00f3rio de um dentista e o terceiro trabalhava como seguran\u00e7a numa loja. <\/p>\n<p>Eles s\u00e3o dezenas de milh\u00f5es de brasileiros &#8212; jovens, negros e pobres. Habitam no outro lado do espelho do pa\u00eds oficial, onde se fazem 3 refei\u00e7\u00f5es por dia, discute-se o pre\u00e7o das mensalidades das escolas particulares e vai-se para Miami com as crian\u00e7as. Imagine ligar TV e nunca encontrar a not\u00edcia de um bom programa para fazer ao fim de semana. Ou andar por um shopping center e ser seguido por seguran\u00e7as desconfiados. <\/p>\n<p>Imagine que sua filha assiste ao programa da Xuxa e , em vez de se divertir fica triste. &#8220;Xuxa pensa que n\u00e3o pode ter negra paquita. Minha filha v\u00ea o programa e se sente inferiorizada porque nunca vai ser uma delas&#8221;, afirma Willian Santiago, 38 anos, cinco filhos, promotor de bailes em S\u00e3o Paulo e dono de uma gravadora da turma, a Zimbabwe. <\/p>\n<p>Imagine aparecer com uma bola de v\u00f4lei embaixo do bra\u00e7o, chamar os amigos pra brincar na areia e os demais banhistas sa\u00edrem correndo.&#8221;Quando a gente aparece, sinto que quem est\u00e1 l\u00e1 fica esperando confus\u00e3o&#8221;, diz o funkeiro carioca Marcelo da Silva Ferreira, o &#8220;Mopa&#8221;, 20 anos. <\/p>\n<p>Imagine avistar um policial e sempre sentir medo.&#8221;branco de cabe\u00e7a raspada \u00e9 universit\u00e1rio, preto \u00e9 ladr\u00e3o&#8221; Edivaldo Quirino,22 anos, o &#8220;Edique&#8221; da banda Reflexo Urbano, de Sampa.&#8221;O Destino \u00e9 Errado&#8221; &#8211; A m\u00fasica e a dan\u00e7a est\u00e3o mobilizando os cora\u00e7\u00f5es e mentes dos jovens dos morros e sub\u00farbios. \u00c9 um movimento jamais visto, talvez, desde os prim\u00f3rdios do samba, quando, antes de o Carnaval virar um grande espet\u00e1culo , bancadas e gafieiras provocavam desconfian\u00e7a e at\u00e9 temor. <\/p>\n<p>O cen\u00e1rio \u00e9 feio, humilde e violento. Por esse mundo paralelo eles circulam uniformizados com bon\u00e9s de jogador de basquete americano, camisetas coloridas e t\u00eanis. Os bailes funk re\u00fanem milhares de adolescentes todos os finais de semana, especialmente no Rio de Janeiro. Na Bahia terra do ax\u00e9 music, enormes galp\u00f5es se improvisam em sal\u00f5es de baile que misturam funk e rap, nos bairros afastados de Salvador. Nas cidades sat\u00e9lites de Bras\u00edlia o movimento \u00e9 um estouro e, em Belo Horizonte, existem cerca de cinq\u00fcenta bandas de rap, e os shows chegam a reunir at\u00e9 5000 pessoas. Em Porto Alegre, que se imagina puramente branca mesmo com o negro Alceu Collares no Pal\u00e1cio Piratini, os rappers agiram as ruas do centro da cidade com suas performances rel\u00e2mpago, protestos mal-humorados e palavr\u00f5es. <\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, os grupos de rap chegam a centenas, e os bailes re\u00fanem dezenas de milhares de jovens todos os finais de semana. O grupo Racionais Mc\u00b4s j\u00e1 venderam mais de 500.000 discos no seu \u00faltimo trabalho:&#8221;Sobrevivendo no Inferno&#8221;. \u00c9 uma boa venda at\u00e9 para cantor famoso de gravadora de 1\u00aa linha, mas \u00e9 bom saber que n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel encontrar os LPs dessa turma nas boas lojas do ramo, aquelas que t\u00eam ar refrigerado para os clientes, vendedores atencioso e cabines isoladas para ouvir a obra inteira antes de passar no caixa. <\/p>\n<p>S\u00e3o comercializados por pequenas lojas de zonas centrais das grandes cidades, onde o vendedor \u00e9 tamb\u00e9m o propriet\u00e1rio e, \u00e0s vezes ele pr\u00f3prio o produtor do disco. A rapaziada da periferia n\u00e3o tem dinheiro nem freq\u00fcentou boas escolas. Incomoda com seus modos estranhos, pelo barulho de seus aparelhos de som e por residir num mundo t\u00e3o horrorosamente real que a maioria das pessoas prefere n\u00e3o ver. <\/p>\n<p>Os rappers e funkeiros querem berrar para que saiba que na periferia h\u00e1 jovens que n\u00e3o se drogam, n\u00e3o trabalham para o tr\u00e1fico e ganham dinheiro honestamente. H\u00e1 tamb\u00e9m na periferia jovens que se drogam, trabalham para o tr\u00e1fico e ganham dinheiro desonestamente, s\u00f3 que s\u00e3o minoria, como em todos grupos sociais. <\/p>\n<p>Essa gente se amontoa num beco social sem sa\u00edda, mas, terra \u00e1 vista, nos \u00faltimos anos vislumbrou uma alternativa. Sua rebeldia com causa parece que se canaliza. Destila veneno sob f\u00f3rmulas definidas: os versos longos e insubordinados do rap, a dan\u00e7a rob\u00f3tica do break, o grafite nos muros e a uni\u00e3o em galeras para se defender &#8211; ou atacar &#8211; em grupo e freq\u00fcentar bailes funk. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>12\/08\/2011FUNK E RAP&#8230;QUE COISA N\u00c9?? 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